Sete dicas para usar melhor o cartão de memória da câmera

por TechTudo

Os cartões de memória são um meio portátil e com grande capacidade de armazenamento para guardar fotos e vídeos. Para quem trabalha com fotografia, algumas categorias podem ajudar na velocidade de transferência de dados e na compatibilidade com câmeras profissionais e semiprofissionais.

Veja opções de câmeras para iniciantes em fotografia

Para aproveitar o cartão de memória da sua câmera da melhor forma, confira sete dicas e veja qual o melhor método de formatar um cartão, além de como manuseá-lo e programas para ajudar no uso.

  1. Fique atento à categoria do cartão

A marca do cartão de memória em si não é tão importante. O que o fotógrafo deve analisar é a categoria do cartão. Atualmente, os cartões de memória são divididos em seis categorias: Classe 2, Classe 4, Classe 6, Classe 10, UHS 1 e UHS 3. Quanto maior for a classe, mais rápido o cartão pode gravar e ler as informações.

Um cartão de Classe 2, por exemplo, transfere dados a uma taxa de 2 MB/s. Isso pode ser um problema se você precisar passar fotos muito pesadas. Já um cartão Classe 10 pode transferir imagens a 10 MB/s. Os da categoria UHS 3 alcançam até 30 MB/s. Portanto, antes de comprar um dispositivo, veja a qual categoria pertence. Quanto mais rápido, mais fácil será o seu trabalho.

  1. Sempre formate o seu cartão de memória

A formatação apaga todo o conteúdo do cartão, deixando o dispositivo com a capacidade de armazenamento total. Se você apenas apagar uma foto, muitas informações, como arquivos ocultos, com extensão .thumb, .ini, .db e outros continuarão armazenadas, ocupando espaço.

  1. Apague as fotos diretamente na câmera

Apesar de ser mais prático, não é interessante apagar as imagens pelo computador. Ao fazer isso, o banco de dados do PC pode ficar bagunçado. Muitos fotógrafos já experimentaram o erro ERR-99, que muitas vezes é causado pela má formatação do banco de informações do cartão. Assim, para evitar problemas técnicos com os dispositivos, sempre formate-os através da câmera.

  1. Manuseie os cartões com muito cuidado

Os cartões de memória são peças muito pequenas e delicadas e qualquer arranhão pode danificar os circuitos internos. Assim, manuseie os dispositivos com muito cuidado, tanto ao colocá-los no slot da câmera como também na hora de retirá-los e armazená-los.

Outra sugestão é nunca deixar o cartão de memória fora da caixinha ou do adaptador, ou seja, solto na mochila ou na bolsa. As chances dele quebrar e você perder todas as suas fotos são muito grandes.

  1. Atenção para a vida útil da bateria

Se você sofre com a baixa autonomia da bateria de sua câmera, saiba que cartões de memória mais rápidos, ou seja, de classes mais elevadas, fazem um uso mais intenso de energia. Dessa forma, se a bateria de sua câmera já é pouca e não dura muito tempo, um cartão de memória super rápido vai drená-la ainda mais.

Uma dica é analisar o tipo de cartão a ser usado. Se você for fazer longas sessões de fotos, cogite usar um cartão de classe mais baixa, como 2 ou 4.

  1. Busque por programas específicos para cartões

Várias fabricantes de cartões de memória desenvolvem softwares especiais para os seus cartões. Dois bons exemplos são a SanDisk e a Lexar. As marcas possuem programas específicos que ajudam a recuperar imagens deletadas acidentalmente do dispositivo.

  1. Veja se o cartão tem funções especiais para sua câmera

Não são raros os casos em que fabricantes de câmeras e de cartões de memória fazem parcerias. As famosas câmeras D90 e D7000, da Nikon, quando utilizadas com um cartão específico da Sandisk, por exemplo, usam o poder de processamento total. Isso aumenta o desempenho da máquina e ajuda a gravar fotos com maior velocidade.

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Não existe habitat em SP

A realidade da habitação em São Paulo, como em outras partes do Brasil é dramática. A ausência de um plano de governo para a questão da moradia obriga milhões de cidadãos a viverem em condição sub-humana, em condições precárias de higiene e sujeito a todo tipo de infecção transmitida por diferentes insetos.

Essa realidade presenciamos em um jornada fotográfica em 2007, pela periferia da Zona Leste, no distrito da Vila Jacuí, conversamos com a Dona  Rosária ( nome ficticio) que nos relatou a sua trajetória de moradora de comunidade. Como ela, outros tantos moradores das periferias da cidade, encontram nas beiras de rios e córregos um lugar para construírem barracos sem nenhuma segurança e ali se refugiriam do relento.

Dona de uma história comum para a maioria das mulheres em situação de vulnerabilidade social, traz  consigo as marcas do abandono do parceiro, o peso de criar sozinha os filhos e encontrar saídas para sobreviver em meio ao desemprego e distante do mercado formal pela baixa escolaridade.

A convivência com o medo da desapropriação de um lado e as chuvas e enchentes do outro, faz parte do dia a dia da dona Rosaria, que encontra na vizinhança a força necessária para manter-se firme na missão de manter a sua casa funcionando.

Acesse o link e veja mais imagens Clique aqui Foto documental

https://goo.gl/photos/gxCUBQrpLDuKjDiG8

Fotografia um caminho para contar história de vida

Sabe aquele álbum de fotos antigas esquecidas dentro de uma caixa de sapato, em algum canto da casa, ele pode contar um pedaço importante da nossa vida, e revelar surpresas, situações emocionantes e engraçadas, como uma boa historia repleta de fatos e sensações. Portanto, única e que não se repetirá nunca mais e a foto tem esse poder de guardar para sempre as nossas memórias.

Como diz aquele velho ditado: A água do rio nunca passa duas vezes debaixo da mesma ponte, assim é a nossa vida. Podem-se repetir situações, lugares ou até mesmo pessoas, mas nada será como antes, a nova a cena trará algo de novo, inédito e jamais vivido.

Você já percebeu que sempre revisitamos as experiências vividas para tomar decisões no presente e recorremos ao passado para enfrentar o momento atual, e para isso, recorremos aos documentos, conversas e registros que possam traçar esse “fio da memória”, mas é com a imagem que essas lembranças vêm à tona com mais força e riqueza de detalhes.

“Nada se cria, tudo se cópia”.

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Oca construída pelos índios guarani e ao lado um edificação de alvenaria em construção que tenta manter os padrões de habilitação indígena.

A fotografia tem esse poder de nos permitir registrar esses momentos que podem ser bons ou ruins, alegres ou tristes em uma fração de segundo que congela por instantes a vida, e por meia da nossa visão somada à intenção, selecionamos e registramos o fato que nos interessa de uma dada situação, e assim eternizamos e contamos um trecho da história da vida por meio do registro fotográfico e o melhor com a autoria e assinatura.

Quando se compreende a importância da memória passamos a valorizar a nossa história, seja individual ou social, e a foto nos permite identificar, rememorar e conectar ao passado no presente, e isso não é pouco num mundo cada vez mais complexo, ultraveloz e repleto de incentivos para viver o  novo, o momento presente, o aqui é agora, mas que se baseiam no velho jargão midiático “Nada se cria, tudo se cópia”.

Tarde de sol, celular na mão e uma foto na mente

Tarde ensolarada e uma bela paisagem para ser fotografada surge no horizonte, ao fundo árvores com suas enormes copas e o sol brilhando entre as folhas. São 5 horas da tarde e o sol está no seu poente.

Tirar essa foto parece um desafio para um celular, afinal a lente possui apenas 3.2 mp e sem nenhuma das opções de controle como as existentes nas câmeras fotográficas. Procuro não olhar diretamente para o sol e com um olho aberto e o outro semifechado procuro o melhor enquadramento.

Apesar de todo o esforço não consigo evitar a intensidade da luz solar que cega por segundos a minha visão e ainda num  ato  instintivo clico a cena.

Passado o susto resolvo ver a foto e encontro uma linda  imagem com o sol alaranjado e o verde das folhagens escurecido, criando uma espécie de moldura em torno do astro rei. Fico curioso em saber qual foi a mágica que tornou aquela  imagem ser tão bela, levando-se em conta as condições adversas do momento.

Após o “milagre revelado”  me recomponho e deparo com outra cena mais inusitada ainda, vejo o sol  refletido em uma janela de vidro. No entanto, a cena esta mais longe e lamentei não estar com uma câmera com uma lente zoom para enquadrar a cena e bater a foto. Desisti após algumas tentativas, enfim a foto não aconteceu.

Voltei para casa e descarreguei as imagens no laptop e fiquei contente com a foto do por do sol, mas ainda sim, a aquela imagem do sol refletido na janela ficou  na minha memória.

Esse momento me fez pensar sobre os limites de um equipamento em relação ao outro,  as vantagens e desvantagens, e agora só saiu de casa com os dois, uma câmera fotográfica de um lado e um celular não mão,  um complementa o outro e contrário também pode ser verdadeiro.

Oficina de fotografia na ZL chega ao segundo encontro

Nesta quarta-feira (15/04) aconteceu o segundo encontro da Oficina de Fotografia digital no Centro Cultural da Penha,  contou com a participação de 16 alunos moradores da região da Penha, zona leste,SP.

Neste encontro os alunos apresentaram em forma de roda de conversa os temas abordados  no primeiro encontro, facilitando a integração dos novos alunos e retomando o conteúdo da aula anterior.

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Você cuida bem das suas fotos?

O que fazer com as fotografias tiradas no final de semana ou depois de um evento importante e como cuidar delas? Os mais precavidos diriam: Vou descarregar no computador e depois eu seleciono!  Já, outros desavisados deixam as imagens no cartão até não caber mais. Um perigo a vista!

Não precisa dizer que o primeiro está corretíssimo, temos que descarregar as imagens do cartão assim que tivermos condição. Quem nunca passou pela seguinte situação: Registra uma porção de imagens legais em dias diferentes, passam-se alguns dias, vamos descarregar as fotos no computador, elas aparecem corrompidas ou simplesmente somem do cartão.  E para piorar são justamente aquelas que precisamos mostrar para alguém ou utilizar em algum trabalho.

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Comprei uma câmera fotográfica e agora?

Uma pessoa compra uma máquina fotográfica digital e ao sair da loja se depara com um monte de dúvidas que começa como ligar a câmera, mesmo tendo a explicação do vender se confunde com os vários botões existente. Bate o desespero e lembra de um amigo que comentou alguma coisa sobre, enfim consegue ligar mas não faz ideia do que significa todos aqueles botões, pensa em desistir e acha que isso não é pra ela.

Essa história lhe parece familiar? Então você não está sozinho neste mundo,  a quantidade de pessoas que vivem a mesma situação tem cada vez mais aumentado. Agora por que isso ocorre: Podemos dizer que é o aumento da oferta de produtos impulsionado pela constante inovação do setor que lança uma nova versão a cada mês em média.

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